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Exclusivo! Árbitro Anderson Daronco elogia gramado do estádio do Atlético-GO e revela perseguição à arbitragem: “caça às bruxas”

Confira entrevista exclusiva com Daronco!

Por: Danyela Freitas 21/08/2022 17:22

Pela 23ª rodada do Brasileirão, neste domingo (21), o Atlético-GO recebe o Cuiabá em Goiânia. A saber, quem apita o duelo é o árbitro Anderson Daronco, que conversou de forma exclusiva com o repórter Pedro Henrique Geninho, das Feras do Esporte. A partir disso, Daronco elogiou o gramado do Estádio Antônio Accioly e falou sobre os erros de arbitragem e revela ‘perseguição’ a árbitros.

Só de olhar esse tapete [gramado], já é uma motivação maior diante de qualquer calor que a gente possa encontrar. Como o gramado está bonito! Além da estrutura muito boa. Eu ouso afirmar que é o melhor gramado de grama natural do Brasil. Em perfeitas condições. Está bem bonito, bem verdinho. O clube, como um todo, está de parabéns.”

Árbitro Anderson Daronco fala sobre erros de arbitragem e perseguição

Imagina não ter arbitragem e não haver essa ‘bengala’? Muita gente ia perder seu emprego. No entanto, sabemos que chega um determinado momento das competições que a arbitragem, merecendo ou não, acaba sendo visada, principalmente pelo nível de disputa da nossa competição. Também é algo cultural, infelizmente é algo que temos enraizado em nosso futebol. Do mesmo modo, acredito que, sim, aconteceram alguns equívocos. Nossa própria comissão de arbitragem assumiu isso em reunião com os clubes. 

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Além disso, há situações em que as polêmicas são criadas onde não deveriam ser, porque não existe polêmica nenhuma. Às vezes, parece até que há uma caça às bruxas. Tem vezes que estamos assistindo ao jogo pela TV, vemos que não tem nada, mas os caras ficam buscando algum elemento. Inclusive, os próprios comentaristas de arbitragem fazem isso. Não sabemos qual é a razão disso, se é uma audiência maior ou um like nas redes sociais. Contudo, a arbitragem sabe lidar com isso, sim. Somos preparados para isso. Temos as nossas falhas e não podemos nos isentar disso.

Nós trabalhamos para não errar, mas, em um momento ou outro, vamos acabar falhando pela nossa condição humana. Assim como jogadores falham, treinadores falham numa substituição, um dirigente falha na contratação, o atacante falha num gol embaixo da trave. E entendem isso como normal. Agora, se a arbitragem falha, parece que é um crime absurdo. Assim, a gente trabalha silenciosamente para que a gente consiga minimizar essas questões o mais rápido possível. Por fim, a gente espera que, com boas atuações, a gente acabe passando por cima das críticas e fazendo valer nossa qualidade.”

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