Atlético-GO

Adson Batista atualiza status de negociação com Vagner Mancini e cita ‘patamar financeiro’ do treinador

Presidente também analisou a partida contra o Goiatuba

Por: Danyela Freitas 16/02/2022 23:11

Em resumo, pela 7ª rodada do Campeonato Goiano, nesta quarta-feira (16), o Dragão venceu o Goiatuba. Com isso, a equipe rubro-negra mantém a liderança do Grupo B e também da classificação geral do torneio. Depois do jogo, de forma exclusiva, Adson Batista, presidente do Atlético-GO conversou com Bruno Daniel, das equipes das Feras do Esporte.

“O resultado agradou, mas ainda esperamos mais quanto à atuação do time, esperamos mais de alguns jogadores, organização tática, um time que não corra riscos, pelo investimento e por entendermos que temos um grupo muito qualificado. Além disso, precisamos de uma equipe que jogue mais no campo do adversário. Em certos momentos, corremos alguns riscos desnecessários. Evidentemente, respeitamos todos os rivais, porém precisamos que alguns jogadores mostrem que têm condições de permanecer no Atlético.

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[…] Eu não fico tranquilo nunca [quanto ao atual momento do Atlético]. Sou cobrado nas redes sociais de maneira até injusta em alguns momentos, porque tem gente que fala muita besteira. No entanto, eu sei das minhas responsabilidades e me cobro muito. Em resumo, futebol é jogo, é cobrança, é 24 horas, competitividade. E estamos sempre atentos buscando melhorar. Caso o jogador não mostre que tem condições de vestir a camisa do Atlético e está aqui vegetando, ele vai procurar outro caminho, uma equipe da Série B. A saber, ainda tem alguns jogadores do Atlético que estão bem abaixo do que eu espero. Temos alguns momentos bons, mas precisamos entender que somos grandes no futebol goiano e precisamos jogar mais no campo do adversário. Além disso, é importante ter uma organização, uma compactação, que são coisas necessárias numa equipe de alto nível.”

Vagner Mancini está na mira do Atlético? Adson Batista responde

“Não é questão de pressa [quanto à contratação de um treinador], mas sim questão de opções. O futebol brasileiro não oferece muitas opções. Então você embarca em um treinador estrangeiro, que tem uma adaptação muito complexa, além de ser um investimento alto e de trazer muitas pessoas para a comissão técnica. Eu não trabalho sem ter objetivos. Sendo assim, quando um treinador treinador chega ao Atlético, para nós, é o melhor treinador do mundo.

[…] O Mancini é um treinador que trabalhou no Atlético, que nós conhecemos, treinador importante e com experiência. Além disso, ele conhece as competições que iremos disputar. No entanto, ele está num patamar financeiro que talvez, hoje, não seja possível para o Atlético. Assim, eu não posso sair das minhas responsabilidades e falir o Atlético. Nós ficamos anos fazendo o clube buscar ficar saudável. Por fim, sou um gestor, uma pessoa que, acima de tudo, tem princípios e responsabilidade. Quero o Atlético grande e, para que isso aconteça, não podemos ser empolgados e irresponsáveis. Além disso, também não podemos fazer investimentos que, futuramente, vão trazer uma quebra financeira do clube”, esclareceu Adson Batista.

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